...MINDELO D´ OUTRORA...de (NENA) MANUEL NASCIMENTO RAMOS...
MINDELO
D ´OUTRORA
de interesse, para estudantes,professores
e de uma maneira geral
a todas as entidades colectivas e
individuais, interessadas em Mindelo, S.Vicente e Cabo Verde !!
MINDELO D´ OUTRORA
Uma obra util e de grande valor historico, uma referencia para todas as entidades colectivas e individuais, interessadas em S.Vicente em especial e Cabo Verde em geral.
Um instrumento de pesquisa para estudantes, professores, empresarios, estudiosos, sociologos....uma fonte util e incontornavel para compreender melhor O MINDELO e S.VICENTE, hoje.
Um trabalho constituido em 32 capitulos, 171 páginas, com uma nota de abertura do autor e prefacio de José Luis Ramos
Mais de três dezenas de artigos sobre a génese e história da cidade do Mindelo, S:Vicente, na qual desfilam....personagens,acontecimentos indegentes,...da simplicidade que caracteriza a vivencia mindelense....
MINDELO D´ OUTRORA
Lançamento: apresentado por Francisco Mascarenhas
Data e lugar: 21 de Novembro 2003, no Centro Cultural do Mindelo
Tiragem: 1000 exemplares
Encadernação: Grafica do Mindelo lda. S.Vicente
“...Governo Cabo-Verdiano propõe eleições (municipais) autárquicas a 14 de Março
As próximas eleições autárquicas em Cabo Verde deverão realizar-se a 14 de Março, por proposta do governo, em princípio aceite pelos partidos políticos, com e sem assento parlamentar.
Visando reunir o consenso necessário, o primeiro cabo-verdiano, ouviu os líderes das forças políticas e não surgiram até agora reservas de maior quanto à data proposta.
O primeiro a ser auscultado foi Manuel Rodrigues, presidente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), que disse à imprensa estar "plenamente de acordo" com a sugestão do governo.
"É uma data boa, uma vez que foge ao Carnaval (que mobiliza, todos os anos, a generalidade da população cabo- verdiana) e não cai em cima da Semana Santa", observou aquele responsável partidário.
Para o Partido da Renovação Democrática (PRD), o desejável era que as eleições autárquicas se realizassem na última semana de Março, mas não se opõe à data proposta.
"O importante é que a posição da maioria dos partidos seja tida em conta", disse o presidente do PRD, Simão Monteiro.
Também o líder do Partido da Convergência Democrática, Eurico Monteiro, considerou que "não existem grandes divergências sobre a data das próximas eleições autárquicas", adiantando que, a registarem-se posições contrárias, elas "serão mínimas e não comprometerão o necessário consenso sobre a matéria" em causa.
A confirmar-se que não há objecções, a data das eleições será mesmo a 14 de Março, tanto mais que é ao governo que caberá a última palavra. Ainda esta tarde, o primeiro-ministro recebe os responsáveis das duas principais forças políticas cabo-verdianas.
Do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) não se deverá esperar qualquer oposição quanto à proposta do governo, uma vez que é essa força política que sustenta o executivo.
Da parte do MpD também não deverá existir qualquer objecção à aceitação da data de 14 de Março.
...”
RESPONSABILIDADES
ESTRATÉGIA
EDIÇÃO
“...o
mesmo ocidente que esquece hipocritamente que para uma
economia de subsistencia, o perdão total da divida
externa é a melhor oportunidade para criar uma
dinamização e uma nova reorganização
financeira sem sacrificar o social...” (c)
“...as responsabilidades
historicas do ocidente rico e industrializado poderiam
materializar-se no caso concreto de Cabo Verde, no perdão
total das dívidas externas e com ajudas concretas,
forma objectiva de testemunhar fraternidade e incentivar,
melhor que bons discursos, o desencadeamento da luta
dificil para a modernização efectiva da
economia e da sociedade e dignificar todos os caboverdianos,
que sofreram na pele 500 anos de colonização,
sem ódio nem violencia, convencidos na liberdade
democratica e sentimento de responsabilidade de todo
o seu povo no país e na diáspora...”
(d)
“...o
gosto pelo consumo e a abertura ao modernismo, empurrou
Cabo Verde para o modelo de economia liberal que se
traduziu numa destructuração, sob a forma
de privatização de serviços publicos
estratégicos de primeira necessidade, como por
exemplo a distribuição da água,
electricidade e o serviço telefone...”
(a)
Consciente dos desafios e oportunidades que se impõe
á sociedade caboverdiana, não podemos
nem sequer, transitóriamente aceitar simplismos:
PORTO GRANDE BUSINESS, apesar das dificuldades e limitações,
pretende ser um espaço de todos os cidadãos
caboverdianos, seguindo de perto o acontecer socio-economico,
politico, cultural e desportivo de todas as nossas ilhas,
que serão divulgadas, aqui, sob a forma de informação
e reflexão. Pensar e divulgar a relação
de Cabo Verde com o mundo, será também
um dos objectivos do PORTO GRANDE BUSINESS.
(a),(b),(c),(d)
Cabo Verde a Globalização de uma
Economia de Subsistencia, in Tempo
Exterior, Galiza-Espanha, Revista
de Analise e Estudos Internacionais, segunda
etapa, vol III, nº 4, Janeiro-Junho 2002, pp 129,
autor: José Valdemiro Lopes.
DECLARAÇÃO
DO MILÉNIUM...
>>
Na declaração do milenium
2000 na ONU, falou-se em reduzir a pobreza pela metade;
criar condições para parar a contaminação
sida e escola para todas as crianças. Tudo isso será
conseguido nos meados de 2015 !
Apenas três anos passados,
o bilan provisório é negativo. 10 milhões
dos contaminados, não beneficiam ainda de nenhum
tratamento, 115 milhões de crianças não
vão para a escola e 1,2 milhar de homens, no mundo
vivem com menos de 1 dolar por dia....
“...o mesmo ocidente
que esquece hipocritamente que para uma economia de subsistencia,
o perdão total da divida externa é a melhor
oportunidade para criar uma dinamização e
uma nova reorganização financeira sem sacrificar
o social...” (c)